As crianças e jovens de hoje vivem em um mundo totalmente diferente - o que existe nas escolas, salvo alguns casos, é reproduzir a velha e tradicional forma de educar, sem se preocupar com a inovação. É verdade que há muitos professores criativos que conseguem ministrar aulas prazerosas, mas na maioria dos casos, principalmente em escolas públicas, o que vale de fato são as técnicas de ensino herdadas do passado.
A pior coisa para um professor em uma sala de aula é não conseguir ‘prender’ a atenção dos alunos – talvez um dos motivos do conflito esteja ancorado no choque de gerações. Os jovens da chamada geração Y têm contato com a tecnologia desde a infância – computadores e telefones celulares fazem parte deste universo. Os alunos de hoje estão em outro ritmo e isso faz das aulas e do ambiente escolar atual algo monótono em sem prazer. Essa distância tecnológica que separa alunos e professores pode ser parte do problema.
Para mudar essa situação está mais do que na hora do governo investir em equipamentos modernos como as salas de aulas high techs. Não basta disponibilizar um laboratório de informática aos alunos, tem que adequar as escolas para essa nova realidade, senão corremos o risco do aluno perder o interesse pelo estudo.
Parece irreal pedir soluções futuristas para escolas que estão caindo aos pedaços, porém, se o Brasil quiser entrar no grupo dos países desenvolvidos, não pode ficar preso aos discursos, precisa encarar o problema e revolucionar a educação. As escolas particulares e algumas faculdades já começam a direcionar recursos e fazer experiências nesse sentido.
O ensino público por sua vez, além de estar perdendo em competitividade há muito tempo, corre o risco de formar alunos de segunda classe que continuarão a não ter “muitas chances” diante da concorrência. As diferenças entre o ensino público e o ensino privado se agigantam a cada dia. Criar quotas disso ou daquilo para proteger o estudante da escola pública e permitir que ingressem em uma faculdade em vantagem de condições sobre outros estudantes, só mascara o problema, precisamos revolucionar o estudo para que todos tenham as mesmas oportunidades.
O ensino público está claudicando há tempos, se continuar nesse ritmo, além de coxo, vai deixar de exercer o papel de formar e preparar cidadãos para o mundo. A escola pública já dava sinais de que não estava indo bem das pernas na minha época (anos 80), mas comparando com os dias atuais, no máximo nós sofríamos de uma dor muscular, hoje o que existe é uma trombose crônica caminhando para amputação.
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domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Acidente na praça de pedágio
É certo que nós não gostamos de obstáculos impedindo o nosso ir e vir – é certo também que o estado administra muito mal os impostos arrecadados dos cidadãos e não consegue dar conta de manter as estradas em condições para que os motoristas trafeguem com tranquilidade e segurança.
Para resolver essa questão a “solução” foi pedagiar as principais rodovias, aliás, quem vence a licitação recebe na maioria das vezes uma estrada pronta, ficando responsável por duplicá-las, quando essas são simples, e fazer a manutenção como capinas, pintura das faixas, placas de sinalização, disponibilizar totens para chamadas de socorro, serviço de guinchos, ambulâncias com socorristas etc...
No Brasil, as licitações quase sempre são mal encaminhadas e quem acaba prejudicado pela ineficiência do estado é o usuário que paga uma fortuna para trafegar em estradas que ele já pagou para construir. É notório que após a concessão as estradas melhoram, pois a iniciativa privada está mais bem preparada, possui uma logística eficiente e não existem desvios de recursos, pois a gestão é bem feita.
Quando o usuário programa uma viagem mais longa o valor pago nos pedágios pesa demasiadamente no orçamento e como não existem boas rotas alternativas, muitos desistem de viajar ou simplesmente viajam menos.
Os acidentes podem ocorrer independentemente da qualidade da via, mas quando o pavimento é ruim, certamente aumenta a probabilidade dos acidentes, o que em parte justifica a privatização.
O excesso de velocidade e o desrespeito à sinalização ou quando a manutenção do veículo não foi seguida de acordo com que estiver no manual do proprietário, também aumentam significativamente as chances de acidentes.
A ingestão de bebidas alcoólicas, falta de atenção, privação do sono e dirigir sem descanso prévio são outros motivos apontados pelas autoridades de trânsito para o elevado índice de acidentes nas rodovias. Há um dado da Polícia Rodoviária que devemos levar em consideração, os acidentes ocorrem com boa frequência logo no início da viagem e ao final dela quando o viajante está próximo de casa. A explicação para isso é a ansiedade - na ânsia de viajar, o condutor de um veículo pode deixar de observar alguns requisitos básicos de segurança no trânsito, o mesmo ocorre no seu retorno.
Veja abaixo o vídeo de um acidente impressionante em uma praça de pedágio - o motorista perde o controle e o veículo decola ao se chocar com o muro que divide as baias de cobrança.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pescando um bom emprego
Um dos maiores passatempos do ser humano é a pescaria. Muitas pessoas conseguem ficar por horas a fio simplesmente “dando banho na minhoca”, jargão utilizado por pescadores ocasionais, mas devido à escolha do local ou mesmo pelo amadorismo, não conseguem pescar um peixinho sequer.
O pescador amador utiliza um equipamento que permite fisgar poucos peixes, pois a sua pescaria normalmente é de barranco e assim mesmo não passam de alguns Lambaris, que embora espertos e famosos por roubarem as iscas, não necessita de muita perícia para fisgá-los, basta uma varinha de bambu e alguma atenção.
O pescador profissional com barcos a sua disposição consegue ir mais longe, freqüentar uma quantidade maior de rios onde a oferta e espécies de peixes são maiores, conseguindo assim maior sucesso na sua pescaria. Para esse tipo de pescaria há toda uma logística meticulosamente preparada, investimentos em iscas artificiais e equipamentos sofisticados, que facilitarão o sucesso da pesca. O retorno desse tipo de pescaria é sempre satisfatório, pois houve um planejamento prévio onde todas as etapas foram estudadas e suas ações postas em prática.
O desejo do pescador seja ele amador ou profissional é se dar bem na sua pescaria e assim poder contar vantagens aos amigos, de preferência se o peixe fisgado for um Pintado, Pacu, Curimbatá, Barbado ou um belíssimo Dourado, só para citar os mais conhecidos.
Assim como o pescador deseja fazer uma boa pescaria, nós vamos ao mercado de trabalho na esperança de arrumar um bom emprego, mas muitas vezes a nossa formação profissional é deficiente ou mesmo que tenhamos tido um bom aproveitamento no curso que fizemos, não temos elementos extras que nos permitem concorrer a uma vaga de trabalho em igualdade de condições com outros profissionais que se dedicaram mais, por conseguinte, acabamos perdendo a vaga para a concorrência. Para aqueles que desejam um bom emprego, é necessário dispor dos equipamentos certos para não ficar pelos corredores da vida amargando a desilusão do desemprego.
Sem cursos adicionais para incrementar o nosso currículo, equivale a uma pescaria de barranco num rio qualquer, onde você até possui uma boa visão do rio, mas infelizmente só verá os barcos dos pescadores profissionais passando e atrapalhando a sua pescaria com o barulho de seus motores, e muitos deles são tão potentes que fica até difícil de acompanhá-los.
Quer pescar um bom emprego? Então saia do barranco, é hora de você deixar o amadorismo para trás e virar um profissional de verdade. Invista em equipamentos que conduzirão você a lugares onde somente com bons conhecimentos lhe permitirão chegar.
Prepare as tralhas, escolha boas iscas e certamente pescará bons peixes, quem sabe um Dourado ou se você for um pouco mais ambicioso, poderá sair dos rios e navegar em mares mais distantes onde peixes ainda mais valiosos estarão a sua espera, só que para isso, além de toda a experiência de um bom pescador, necessitará também de um curso de idiomas, porque empresas multinacionais com operações em outros países exigem primordialmente o domínio do idioma Inglês.
Para que a sua vida profissional não vire uma piada de pescador, procure também investir em um curso superior e fazer especializações. Estudar é uma necessidade tão básica quanto alugar um barco para realizar uma boa pescaria. Não adianta insistir com as tradicionais varinhas de bambu, porque essas, só limitarão a sua pesca.
Veja mais em www.liveseg.com
O pescador amador utiliza um equipamento que permite fisgar poucos peixes, pois a sua pescaria normalmente é de barranco e assim mesmo não passam de alguns Lambaris, que embora espertos e famosos por roubarem as iscas, não necessita de muita perícia para fisgá-los, basta uma varinha de bambu e alguma atenção.
O pescador profissional com barcos a sua disposição consegue ir mais longe, freqüentar uma quantidade maior de rios onde a oferta e espécies de peixes são maiores, conseguindo assim maior sucesso na sua pescaria. Para esse tipo de pescaria há toda uma logística meticulosamente preparada, investimentos em iscas artificiais e equipamentos sofisticados, que facilitarão o sucesso da pesca. O retorno desse tipo de pescaria é sempre satisfatório, pois houve um planejamento prévio onde todas as etapas foram estudadas e suas ações postas em prática.
O desejo do pescador seja ele amador ou profissional é se dar bem na sua pescaria e assim poder contar vantagens aos amigos, de preferência se o peixe fisgado for um Pintado, Pacu, Curimbatá, Barbado ou um belíssimo Dourado, só para citar os mais conhecidos.
Assim como o pescador deseja fazer uma boa pescaria, nós vamos ao mercado de trabalho na esperança de arrumar um bom emprego, mas muitas vezes a nossa formação profissional é deficiente ou mesmo que tenhamos tido um bom aproveitamento no curso que fizemos, não temos elementos extras que nos permitem concorrer a uma vaga de trabalho em igualdade de condições com outros profissionais que se dedicaram mais, por conseguinte, acabamos perdendo a vaga para a concorrência. Para aqueles que desejam um bom emprego, é necessário dispor dos equipamentos certos para não ficar pelos corredores da vida amargando a desilusão do desemprego.
Sem cursos adicionais para incrementar o nosso currículo, equivale a uma pescaria de barranco num rio qualquer, onde você até possui uma boa visão do rio, mas infelizmente só verá os barcos dos pescadores profissionais passando e atrapalhando a sua pescaria com o barulho de seus motores, e muitos deles são tão potentes que fica até difícil de acompanhá-los.
Quer pescar um bom emprego? Então saia do barranco, é hora de você deixar o amadorismo para trás e virar um profissional de verdade. Invista em equipamentos que conduzirão você a lugares onde somente com bons conhecimentos lhe permitirão chegar.
Prepare as tralhas, escolha boas iscas e certamente pescará bons peixes, quem sabe um Dourado ou se você for um pouco mais ambicioso, poderá sair dos rios e navegar em mares mais distantes onde peixes ainda mais valiosos estarão a sua espera, só que para isso, além de toda a experiência de um bom pescador, necessitará também de um curso de idiomas, porque empresas multinacionais com operações em outros países exigem primordialmente o domínio do idioma Inglês.
Para que a sua vida profissional não vire uma piada de pescador, procure também investir em um curso superior e fazer especializações. Estudar é uma necessidade tão básica quanto alugar um barco para realizar uma boa pescaria. Não adianta insistir com as tradicionais varinhas de bambu, porque essas, só limitarão a sua pesca.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Que tipo de sociedade nós buscamos?
O carnaval é um exemplo de como os brasileiros lidam com a exposição do corpo, isso inclusive confunde o turista estrangeiro que acaba criando uma fantasia sobre a nossa cultura e ao virem visitar o nosso país ficam com a impressão de que aqui tudo é permitido. Eu me recordo de uma reportagem de televisão sobre um turista europeu que trocou sua roupa em pleno saguão do aeroporto de Salvador BA e quando questionado a respeito limitou-se a dizer que o fez porque achou que podia.
Será que o Brasil está passando uma imagem de liberal para o mundo?
Nós temos que decidir qual a sociedade que buscamos, se é uma sociedade liberal, conservadora ou uma mescla de ambas. Em todos os casos existem limites – a sociedade liberal não pode ser confundida com liberalismos, por outro lado em uma sociedade conservadora o proibicionismo absoluto também não existe.
Há uma crise de identidade moral em nosso país – nós somos capazes de sonegarmos impostos ao mesmo tempo em que criticamos com veemência políticos corruptos como se uma coisa fosse muito diferente da outra.
Recentemente uma fabricante de cerveja contratou uma socialite americana muito conhecida, principalmente pela badalação, como garota-propaganda para reforçar a divulgação e imagem do seu novo produto – pois bem, bastou a campanha ser veiculada na mídia para a chiadeira começar.
É certo que há regras, aliás, muito corretas no meio publicitário que pune os excessos, mas sinceramente, ao ver o filme publicitário dessa marca de cerveja eu não encontrei nada que pudesse reforçar a sensualidade ou que de alguma forma viesse a denegrir a imagem da mulher, pelo menos não muito diferente do que nós já estamos acostumados a ver, inclusive em horário nobre da televisão. Se você ficou por fora dessa polêmica, ou sequer soube disso, clique aqui, veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.
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Será que o Brasil está passando uma imagem de liberal para o mundo?
Nós temos que decidir qual a sociedade que buscamos, se é uma sociedade liberal, conservadora ou uma mescla de ambas. Em todos os casos existem limites – a sociedade liberal não pode ser confundida com liberalismos, por outro lado em uma sociedade conservadora o proibicionismo absoluto também não existe.
Há uma crise de identidade moral em nosso país – nós somos capazes de sonegarmos impostos ao mesmo tempo em que criticamos com veemência políticos corruptos como se uma coisa fosse muito diferente da outra.
Recentemente uma fabricante de cerveja contratou uma socialite americana muito conhecida, principalmente pela badalação, como garota-propaganda para reforçar a divulgação e imagem do seu novo produto – pois bem, bastou a campanha ser veiculada na mídia para a chiadeira começar.
É certo que há regras, aliás, muito corretas no meio publicitário que pune os excessos, mas sinceramente, ao ver o filme publicitário dessa marca de cerveja eu não encontrei nada que pudesse reforçar a sensualidade ou que de alguma forma viesse a denegrir a imagem da mulher, pelo menos não muito diferente do que nós já estamos acostumados a ver, inclusive em horário nobre da televisão. Se você ficou por fora dessa polêmica, ou sequer soube disso, clique aqui, veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.
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sábado, 29 de maio de 2010
Eyeballing
A expressão "tomar no olho" nunca fez tanto sentido quanto agora – está surgindo uma mania completamente sem noção que começa a se espalhar entre jovens de todo o mundo – trata-se da eyeballing que consiste em derramar vodka diretamente no globo ocular. Qual o barato disso? Eu não sei exatamente, a única coisa que certamente essas pessoas terão é sérios problemas nos olhos.
Se não bastassem os conhecidos efeitos nocivos do álcool no organismo, agora há outros motivos para os pais se preocuparem com a bebida. Quando alguém cita a expressão “Maria vai com as outras”, não estão falando por acaso – há pessoas que reproduzem o que os amigos fazem somente para não ficarem de fora do grupo ou para não serem tachadas de quadradas e caretas, enfim, para não destoarem dos demais.
Não tenho conhecimento se isso já está sendo praticado no Brasil – se ainda não chegou, certamente está em vias de ser copiada por aqui, pois pessoas são iguais em qualquer lugar – têm aquelas responsáveis, mas têm aquelas que não perdem a oportunidade para entrar em uma “roubada”.
Cuidado Pessoal! Essa brincadeira pode sair cara a longo prazo – não faça nada hoje que possa se arrepender amanhã. Veja o vídeo abaixo:
Você passaria uma noite numa fila para comprar um produto?
O que leva uma pessoa a passar uma noite inteira em uma fila para comprar o lançamento de um produto? Talvez a sensação de ser um dos primeiros a possuir o produto seja a explicação mais sensata para isso. O que eu não compreendo, por exemplo, é que o objeto tão desejado estará lá no dia seguinte e mesmo que se esgote com a fúria compulsiva dos consumidores apressadinhos, terá novos lotes disponíveis para venda, a não ser que seja um produto com série limitada, mas mesmo assim, se o produto for um sucesso de vendas, certamente terá outras versões, talvez melhores ainda do que a anterior.
A febre por possuir algo que alguém ainda não tem, é cada vez mais comum – quem passa a noite numa fila para adquirir um produto novo sai com o objeto nas mãos como se estivesse carregando um troféu. Esse comportamento não é exclusivo de uma determinada cultura ou de grupos específicos - acontece em todas as idades e em qualquer lugar do mundo. O iPad é só mais um dos lançamentos recentes que levou compradores do mundo todo a ficarem uma noite inteira na fila só para ter o prazer de ser um dos primeiros a levar a novidade para casa – Estados Unidos, França e Japão foram alguns dos países onde isso ocorreu.
Não é de hoje que as pessoas têm esse comportamento que parece ficar mais evidente quando a novidade é tecnológica, no entanto, há casos de lançamentos de livros como a série de Harry Potter que também movimentou fãs no mundo todo em busca das novas aventuras do aprendiz de bruxo.
Outro caso que também movimentou a mídia foi o lançamento do iPhone da Apple que levou uma legião de aficionados pelo aparelho às lojas. Não podemos deixar de mencionar os produtos da Microsoft que sempre arregimentam usuários ávidos pelas novidades engendradas por Bill Gates e companhia.
Tudo isso pode parecer curioso ou maluquice para alguns, porém existem determinadas pessoas que são fãs de certas coisas e não abrem mão de ter as novidades relacionadas ao que gostam logo nos primeiros momentos em que são disponibilizadas no comércio.
Veja mais em www.liveseg.com
A febre por possuir algo que alguém ainda não tem, é cada vez mais comum – quem passa a noite numa fila para adquirir um produto novo sai com o objeto nas mãos como se estivesse carregando um troféu. Esse comportamento não é exclusivo de uma determinada cultura ou de grupos específicos - acontece em todas as idades e em qualquer lugar do mundo. O iPad é só mais um dos lançamentos recentes que levou compradores do mundo todo a ficarem uma noite inteira na fila só para ter o prazer de ser um dos primeiros a levar a novidade para casa – Estados Unidos, França e Japão foram alguns dos países onde isso ocorreu.
Não é de hoje que as pessoas têm esse comportamento que parece ficar mais evidente quando a novidade é tecnológica, no entanto, há casos de lançamentos de livros como a série de Harry Potter que também movimentou fãs no mundo todo em busca das novas aventuras do aprendiz de bruxo.
Outro caso que também movimentou a mídia foi o lançamento do iPhone da Apple que levou uma legião de aficionados pelo aparelho às lojas. Não podemos deixar de mencionar os produtos da Microsoft que sempre arregimentam usuários ávidos pelas novidades engendradas por Bill Gates e companhia.
Tudo isso pode parecer curioso ou maluquice para alguns, porém existem determinadas pessoas que são fãs de certas coisas e não abrem mão de ter as novidades relacionadas ao que gostam logo nos primeiros momentos em que são disponibilizadas no comércio.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Avatar - Eu quero ir para Pandora
Após vários dias adiando a minha ida ao cinema para ver Avatar, finalmente eu fui assistir a esse fenômeno mundial. Mas porque que eu demorei tanto tempo, já que Avatar está em cartaz há mais de um mês na minha cidade? Simples, eu queria ver o filme com o menor tumulto possível – quase sempre os lançamentos são complicados de assistir logo nos primeiros dias, por isso eu prefiro sempre deixar para as semanas seguintes.
Para ver o filme escolhemos o último horário do dia e para fazer uma moral com a patroa chegamos duas horas antes, compramos os ingressos e lanchamos tranquilamente na praça de alimentação, depois matamos o tempo olhando as vitrines do shopping.
Quando estava chegando perto do horário do filme começar, nos dirigimos ao local da entrada - foi aí que eu pude constatar que Avatar faz jus ao nome de fenômeno mundial que vem recebendo - mesmo após vários dias em cartaz e com o cinema lotado em todas as sessões, foi necessário enfrentar uma fila enorme para poder entrar. Ainda bem que nós havíamos comprado o ingresso assim que chegamos ao shopping, porque se tivéssemos deixado para comprar na hora, não teríamos conseguido entrar. Na sala de exibição as poltronas eram numeradas então não teve muita complicação – tirando a fila que tivemos de enfrentar, foi relativamente tranqüilo.
Avatar é o primeiro filme que eu assisto em 3D e vou confessar uma coisa: É bom demais... – Avatar é o tipo de filme para ser visto na tela grande. O enredo é incrível e James Cameron que já havia sido consagrado com Titanic, soube aguardar o tempo necessário para filmar Avatar. Segundo informações que eu li, Cameron teve que esperar 10 anos para filmar porque não havia na época em que o diretor idealizou o filme, tecnologia capaz para realizá-lo.
Eu posso dizer uma coisa, depois que eu saí do cinema, fiquei com uma vontade imensa de conhecer Pandora, pena que seja só uma ficção. Clique aqui e veja o trailer de Avatar.
Curiosidade:
Quando um filme vira sensação e bate recordes de exibição, é natural que alguns produtos sejam lançados como Games, por exemplo, no caso de Avatar, a onda do momento é transformar o usuário em um Na´Vi, a raça humanóide idealizada pelo diretor para habitar a lua Pandora. Clique aqui e veja como ficou o meu avatar. Para criar o seu Avatar e entrar na onda do "Avatarize-se", clique aqui.
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Para ver o filme escolhemos o último horário do dia e para fazer uma moral com a patroa chegamos duas horas antes, compramos os ingressos e lanchamos tranquilamente na praça de alimentação, depois matamos o tempo olhando as vitrines do shopping.
Quando estava chegando perto do horário do filme começar, nos dirigimos ao local da entrada - foi aí que eu pude constatar que Avatar faz jus ao nome de fenômeno mundial que vem recebendo - mesmo após vários dias em cartaz e com o cinema lotado em todas as sessões, foi necessário enfrentar uma fila enorme para poder entrar. Ainda bem que nós havíamos comprado o ingresso assim que chegamos ao shopping, porque se tivéssemos deixado para comprar na hora, não teríamos conseguido entrar. Na sala de exibição as poltronas eram numeradas então não teve muita complicação – tirando a fila que tivemos de enfrentar, foi relativamente tranqüilo.
Avatar é o primeiro filme que eu assisto em 3D e vou confessar uma coisa: É bom demais... – Avatar é o tipo de filme para ser visto na tela grande. O enredo é incrível e James Cameron que já havia sido consagrado com Titanic, soube aguardar o tempo necessário para filmar Avatar. Segundo informações que eu li, Cameron teve que esperar 10 anos para filmar porque não havia na época em que o diretor idealizou o filme, tecnologia capaz para realizá-lo.
Eu posso dizer uma coisa, depois que eu saí do cinema, fiquei com uma vontade imensa de conhecer Pandora, pena que seja só uma ficção. Clique aqui e veja o trailer de Avatar.
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Quando um filme vira sensação e bate recordes de exibição, é natural que alguns produtos sejam lançados como Games, por exemplo, no caso de Avatar, a onda do momento é transformar o usuário em um Na´Vi, a raça humanóide idealizada pelo diretor para habitar a lua Pandora. Clique aqui e veja como ficou o meu avatar. Para criar o seu Avatar e entrar na onda do "Avatarize-se", clique aqui.
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