Outro dia eu estava conversando com uma jovem que havia chegado recentemente do Japão, onde ficou trabalhando por 7 anos consecutivos sem retornar ao Brasil. Como a jovem tinha ficado tanto tempo fora do país, aproveitei a oportunidade e perguntei se ela tinha notado alguma mudança positiva no país após o seu retorno. A resposta foi “não” – para ela o país continuava do mesmo jeito e nada havia mudado, inclusive tinha até piorado em alguns aspectos.
É óbvio que a avaliação dela não está correta, pois o país mudou sim, só que algumas pessoas não conseguem lidar com os fracassos pessoais e preferem eleger um culpado para justificar suas frustrações. Muita coisa precisa melhorar no Brasil, mas não podemos esperar que o governo resolva todos os nossos problemas. John Kennedy disse uma frase muito interessante em um de seus memoráveis discursos: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país.”
Às vezes as pessoas reclamam do desemprego, da condição de vida, no entanto, se perguntar o que elas têm feito para mudar essa situação, as respostas quase sempre são as mesmas. Nem todos estão dispostos a voltar aos bancos escolares para ter uma profissão ou mesmo para especializar-se no ofício que já possui.
Existem gargalos em diversos setores da economia onde há carências de mão de obra qualificada como Mineração e Petróleo – nesses casos as empresas contratam profissionais de outros países para atender a demanda. Escolher uma profissão que preencha essa deficiência é uma boa aposta, mas o financeiro não deve ser o único fator da escolha – o futuro profissional tem que pensar na satisfação pessoal que o trabalho pode proporcionar. Se há dificuldades em decidir qual profissão seguir, a ajuda de um Orientador Vocacional pode solucionar o problema. Testes vocacionais ajudam a identificar suas habilidades e facilitam a escolha da sua carreira profissional – fazer aquilo que gosta evita frustrações futuras.
Bons empregos não caem do céu, são frutos de uma vida de dedicação aos estudos, cursos e especializações que somam positivamente ao currículo do profissional – nunca é tarde para o recomeço. Para começar a caminhar basta dar o primeiro passo.
Ficar esperando a grande oportunidade sem nada fazer é o mesmo que querer ganhar na loteria sem jogar. Não há como obter bons empregos sem sacrificar alguns bons anos da sua vida estudando - “Camarão que dorme a onda leva”.
Pesquisas revelam, por exemplo, que o salário pode aumentar em mais de 20% se a pessoa tiver cursos de idiomas em seu currículo. Não há desculpa para não ter um bom emprego, há sim muito trabalho e dedicação e isso ninguém pode fazer por você a não ser você mesmo, portanto, mexa-se, mude a sua atual condição que certamente será recompensado em um futuro bem próximo.
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Política nacional, moradia e “otras cositas más”...
As declarações de alguns membros de movimentos sociais às vezes me surpreendem – outro dia houve uma invasão de um imóvel e um dos sem-tetos dizia que “trabalhador tem que morar no centro da cidade”. Eu discordo dessa afirmação – em minha opinião as pessoas têm que possuir um local digno para morar seja em que local for, além disso, têm que ter acesso à condução para se deslocar ao trabalho igualmente de forma digna - escolas, creches, postos de saúde, segurança e toda a sorte de facilidades, são outros direitos que qualquer pessoa merece para viver em paz e feliz. Não há como abrigar todos os habitantes no centro das cidades, aliás, local onde o metro quadrado é caríssimo.
É muito comum no Brasil as pessoas extrapolarem seus direitos, principalmente forçando a barra – na grande maioria das vezes multidões de necessitados são utilizados como massa de manobra por grupos com objetivos claramente políticos. É certo que a retomada da nossa democracia é recente e ainda estamos sobre o efeito de épocas que não vale a pena nem lembrar – é certo também que temos uma constituição com pouco mais de duas décadas que parece uma colcha de retalhos com tantas emendas desde a sua promulgação, que apesar de tudo, garantiu muitos direitos, inclusive de protestar, opinar e professar a religião que quisermos, dentre tantos outros direitos. Agora, se aproveitar da liberdade outorgada na nossa Carta Magna para tomar atitudes alopradas não ajuda na construção de um país.
Essa mentalidade de que nós só conseguiremos algo invadindo a propriedade alheia, cria um ambiente de desconfiança e insegurança na população que trabalha e batalha muito para conseguir as coisas do jeito certo.
Por outro lado, eu não entendo o porquê de tantos edifícios desocupados - muitas vezes esses edifícios são mal cuidados, enfeando o centro das grandes cidades, mais ainda, todos pichados, verdadeiras imundícies, que tornam as regiões centrais perigosas e inseguras, pois esses locais também servem para usuários de drogas e mocós para moradores de rua. Será que essas propriedades estão servindo apenas para especulação imobiliária?
A cidade deve retomar para si os locais que não estão sendo utilizados para os objetivos a que foram destinados, principalmente se for objeto de degradação e desagregação social, obviamente com pagamento justo, sem passar por cima de leis que garantem o direito do cidadão sobre a propriedade privada. Estimular a especulação é um insulto à sociedade e principalmente um incentivo a grupos politiqueiros que se aproveitam dessas oportunidades para ganhar visibilidade na mídia.
Estamos em ano eleitoral, época que eu começo a me questionar o que de fato eu tenho feito ao país a não ser colocar pessoas erradas nos lugares certos – é difícil não fazer uma mea culpa sobre o que acontece, pois esses que aí estão, são frutos de nossas escolhas que infelizmente no momento do voto nos pareceram corretas.
A política é coisa séria, mas não está sendo levada e muito menos tendo o tratamento que merece por parte de alguns políticos que se julgam donos do poder - verdadeiros oportunistas que abusam do cargo em benefício próprio, além de fanfarrear com o nosso dinheiro.
Os escândalos estão se multiplicando na política na mesma velocidade com que são esquecidos - é dinheiro na meia, na cueca e sabe-se lá onde mais. Somente a educação ajudará o povo brasileiro a fazer as escolhas com um pouco mais de substância – enquanto prevalecer o lúgubre na política, dificilmente o país terá políticos comprometidos com o povo.
Eu não vejo no momento um projeto político sério para o Brasil, o que há são discursos e promessas vazias que não conduz nada a lugar nenhum.
Uma cidade mais justa, humana, limpa, ordeira, segura, com moradia para todos é o que os cidadãos merecem - o mínimo que os administradores públicos devem fazer é cumprir o seu papel para que possam retribuir à população o voto de confiança que receberam.
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É muito comum no Brasil as pessoas extrapolarem seus direitos, principalmente forçando a barra – na grande maioria das vezes multidões de necessitados são utilizados como massa de manobra por grupos com objetivos claramente políticos. É certo que a retomada da nossa democracia é recente e ainda estamos sobre o efeito de épocas que não vale a pena nem lembrar – é certo também que temos uma constituição com pouco mais de duas décadas que parece uma colcha de retalhos com tantas emendas desde a sua promulgação, que apesar de tudo, garantiu muitos direitos, inclusive de protestar, opinar e professar a religião que quisermos, dentre tantos outros direitos. Agora, se aproveitar da liberdade outorgada na nossa Carta Magna para tomar atitudes alopradas não ajuda na construção de um país.
Essa mentalidade de que nós só conseguiremos algo invadindo a propriedade alheia, cria um ambiente de desconfiança e insegurança na população que trabalha e batalha muito para conseguir as coisas do jeito certo.
Por outro lado, eu não entendo o porquê de tantos edifícios desocupados - muitas vezes esses edifícios são mal cuidados, enfeando o centro das grandes cidades, mais ainda, todos pichados, verdadeiras imundícies, que tornam as regiões centrais perigosas e inseguras, pois esses locais também servem para usuários de drogas e mocós para moradores de rua. Será que essas propriedades estão servindo apenas para especulação imobiliária?
A cidade deve retomar para si os locais que não estão sendo utilizados para os objetivos a que foram destinados, principalmente se for objeto de degradação e desagregação social, obviamente com pagamento justo, sem passar por cima de leis que garantem o direito do cidadão sobre a propriedade privada. Estimular a especulação é um insulto à sociedade e principalmente um incentivo a grupos politiqueiros que se aproveitam dessas oportunidades para ganhar visibilidade na mídia.
Estamos em ano eleitoral, época que eu começo a me questionar o que de fato eu tenho feito ao país a não ser colocar pessoas erradas nos lugares certos – é difícil não fazer uma mea culpa sobre o que acontece, pois esses que aí estão, são frutos de nossas escolhas que infelizmente no momento do voto nos pareceram corretas.
A política é coisa séria, mas não está sendo levada e muito menos tendo o tratamento que merece por parte de alguns políticos que se julgam donos do poder - verdadeiros oportunistas que abusam do cargo em benefício próprio, além de fanfarrear com o nosso dinheiro.
Os escândalos estão se multiplicando na política na mesma velocidade com que são esquecidos - é dinheiro na meia, na cueca e sabe-se lá onde mais. Somente a educação ajudará o povo brasileiro a fazer as escolhas com um pouco mais de substância – enquanto prevalecer o lúgubre na política, dificilmente o país terá políticos comprometidos com o povo.
Eu não vejo no momento um projeto político sério para o Brasil, o que há são discursos e promessas vazias que não conduz nada a lugar nenhum.
Uma cidade mais justa, humana, limpa, ordeira, segura, com moradia para todos é o que os cidadãos merecem - o mínimo que os administradores públicos devem fazer é cumprir o seu papel para que possam retribuir à população o voto de confiança que receberam.
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domingo, 6 de junho de 2010
O ensino público está defasado
As crianças e jovens de hoje vivem em um mundo totalmente diferente - o que existe nas escolas, salvo alguns casos, é reproduzir a velha e tradicional forma de educar, sem se preocupar com a inovação. É verdade que há muitos professores criativos que conseguem ministrar aulas prazerosas, mas na maioria dos casos, principalmente em escolas públicas, o que vale de fato são as técnicas de ensino herdadas do passado.
A pior coisa para um professor em uma sala de aula é não conseguir ‘prender’ a atenção dos alunos – talvez um dos motivos do conflito esteja ancorado no choque de gerações. Os jovens da chamada geração Y têm contato com a tecnologia desde a infância – computadores e telefones celulares fazem parte deste universo. Os alunos de hoje estão em outro ritmo e isso faz das aulas e do ambiente escolar atual algo monótono em sem prazer. Essa distância tecnológica que separa alunos e professores pode ser parte do problema.
Para mudar essa situação está mais do que na hora do governo investir em equipamentos modernos como as salas de aulas high techs. Não basta disponibilizar um laboratório de informática aos alunos, tem que adequar as escolas para essa nova realidade, senão corremos o risco do aluno perder o interesse pelo estudo.
Parece irreal pedir soluções futuristas para escolas que estão caindo aos pedaços, porém, se o Brasil quiser entrar no grupo dos países desenvolvidos, não pode ficar preso aos discursos, precisa encarar o problema e revolucionar a educação. As escolas particulares e algumas faculdades já começam a direcionar recursos e fazer experiências nesse sentido.
O ensino público por sua vez, além de estar perdendo em competitividade há muito tempo, corre o risco de formar alunos de segunda classe que continuarão a não ter “muitas chances” diante da concorrência. As diferenças entre o ensino público e o ensino privado se agigantam a cada dia. Criar quotas disso ou daquilo para proteger o estudante da escola pública e permitir que ingressem em uma faculdade em vantagem de condições sobre outros estudantes, só mascara o problema, precisamos revolucionar o estudo para que todos tenham as mesmas oportunidades.
O ensino público está claudicando há tempos, se continuar nesse ritmo, além de coxo, vai deixar de exercer o papel de formar e preparar cidadãos para o mundo. A escola pública já dava sinais de que não estava indo bem das pernas na minha época (anos 80), mas comparando com os dias atuais, no máximo nós sofríamos de uma dor muscular, hoje o que existe é uma trombose crônica caminhando para amputação.
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A pior coisa para um professor em uma sala de aula é não conseguir ‘prender’ a atenção dos alunos – talvez um dos motivos do conflito esteja ancorado no choque de gerações. Os jovens da chamada geração Y têm contato com a tecnologia desde a infância – computadores e telefones celulares fazem parte deste universo. Os alunos de hoje estão em outro ritmo e isso faz das aulas e do ambiente escolar atual algo monótono em sem prazer. Essa distância tecnológica que separa alunos e professores pode ser parte do problema.
Para mudar essa situação está mais do que na hora do governo investir em equipamentos modernos como as salas de aulas high techs. Não basta disponibilizar um laboratório de informática aos alunos, tem que adequar as escolas para essa nova realidade, senão corremos o risco do aluno perder o interesse pelo estudo.
Parece irreal pedir soluções futuristas para escolas que estão caindo aos pedaços, porém, se o Brasil quiser entrar no grupo dos países desenvolvidos, não pode ficar preso aos discursos, precisa encarar o problema e revolucionar a educação. As escolas particulares e algumas faculdades já começam a direcionar recursos e fazer experiências nesse sentido.
O ensino público por sua vez, além de estar perdendo em competitividade há muito tempo, corre o risco de formar alunos de segunda classe que continuarão a não ter “muitas chances” diante da concorrência. As diferenças entre o ensino público e o ensino privado se agigantam a cada dia. Criar quotas disso ou daquilo para proteger o estudante da escola pública e permitir que ingressem em uma faculdade em vantagem de condições sobre outros estudantes, só mascara o problema, precisamos revolucionar o estudo para que todos tenham as mesmas oportunidades.
O ensino público está claudicando há tempos, se continuar nesse ritmo, além de coxo, vai deixar de exercer o papel de formar e preparar cidadãos para o mundo. A escola pública já dava sinais de que não estava indo bem das pernas na minha época (anos 80), mas comparando com os dias atuais, no máximo nós sofríamos de uma dor muscular, hoje o que existe é uma trombose crônica caminhando para amputação.
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sábado, 5 de junho de 2010
Acidente na praça de pedágio
É certo que nós não gostamos de obstáculos impedindo o nosso ir e vir – é certo também que o estado administra muito mal os impostos arrecadados dos cidadãos e não consegue dar conta de manter as estradas em condições para que os motoristas trafeguem com tranquilidade e segurança.
Para resolver essa questão a “solução” foi pedagiar as principais rodovias, aliás, quem vence a licitação recebe na maioria das vezes uma estrada pronta, ficando responsável por duplicá-las, quando essas são simples, e fazer a manutenção como capinas, pintura das faixas, placas de sinalização, disponibilizar totens para chamadas de socorro, serviço de guinchos, ambulâncias com socorristas etc...
No Brasil, as licitações quase sempre são mal encaminhadas e quem acaba prejudicado pela ineficiência do estado é o usuário que paga uma fortuna para trafegar em estradas que ele já pagou para construir. É notório que após a concessão as estradas melhoram, pois a iniciativa privada está mais bem preparada, possui uma logística eficiente e não existem desvios de recursos, pois a gestão é bem feita.
Quando o usuário programa uma viagem mais longa o valor pago nos pedágios pesa demasiadamente no orçamento e como não existem boas rotas alternativas, muitos desistem de viajar ou simplesmente viajam menos.
Os acidentes podem ocorrer independentemente da qualidade da via, mas quando o pavimento é ruim, certamente aumenta a probabilidade dos acidentes, o que em parte justifica a privatização.
O excesso de velocidade e o desrespeito à sinalização ou quando a manutenção do veículo não foi seguida de acordo com que estiver no manual do proprietário, também aumentam significativamente as chances de acidentes.
A ingestão de bebidas alcoólicas, falta de atenção, privação do sono e dirigir sem descanso prévio são outros motivos apontados pelas autoridades de trânsito para o elevado índice de acidentes nas rodovias. Há um dado da Polícia Rodoviária que devemos levar em consideração, os acidentes ocorrem com boa frequência logo no início da viagem e ao final dela quando o viajante está próximo de casa. A explicação para isso é a ansiedade - na ânsia de viajar, o condutor de um veículo pode deixar de observar alguns requisitos básicos de segurança no trânsito, o mesmo ocorre no seu retorno.
Veja abaixo o vídeo de um acidente impressionante em uma praça de pedágio - o motorista perde o controle e o veículo decola ao se chocar com o muro que divide as baias de cobrança.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Pescando um bom emprego
Um dos maiores passatempos do ser humano é a pescaria. Muitas pessoas conseguem ficar por horas a fio simplesmente “dando banho na minhoca”, jargão utilizado por pescadores ocasionais, mas devido à escolha do local ou mesmo pelo amadorismo, não conseguem pescar um peixinho sequer.
O pescador amador utiliza um equipamento que permite fisgar poucos peixes, pois a sua pescaria normalmente é de barranco e assim mesmo não passam de alguns Lambaris, que embora espertos e famosos por roubarem as iscas, não necessita de muita perícia para fisgá-los, basta uma varinha de bambu e alguma atenção.
O pescador profissional com barcos a sua disposição consegue ir mais longe, freqüentar uma quantidade maior de rios onde a oferta e espécies de peixes são maiores, conseguindo assim maior sucesso na sua pescaria. Para esse tipo de pescaria há toda uma logística meticulosamente preparada, investimentos em iscas artificiais e equipamentos sofisticados, que facilitarão o sucesso da pesca. O retorno desse tipo de pescaria é sempre satisfatório, pois houve um planejamento prévio onde todas as etapas foram estudadas e suas ações postas em prática.
O desejo do pescador seja ele amador ou profissional é se dar bem na sua pescaria e assim poder contar vantagens aos amigos, de preferência se o peixe fisgado for um Pintado, Pacu, Curimbatá, Barbado ou um belíssimo Dourado, só para citar os mais conhecidos.
Assim como o pescador deseja fazer uma boa pescaria, nós vamos ao mercado de trabalho na esperança de arrumar um bom emprego, mas muitas vezes a nossa formação profissional é deficiente ou mesmo que tenhamos tido um bom aproveitamento no curso que fizemos, não temos elementos extras que nos permitem concorrer a uma vaga de trabalho em igualdade de condições com outros profissionais que se dedicaram mais, por conseguinte, acabamos perdendo a vaga para a concorrência. Para aqueles que desejam um bom emprego, é necessário dispor dos equipamentos certos para não ficar pelos corredores da vida amargando a desilusão do desemprego.
Sem cursos adicionais para incrementar o nosso currículo, equivale a uma pescaria de barranco num rio qualquer, onde você até possui uma boa visão do rio, mas infelizmente só verá os barcos dos pescadores profissionais passando e atrapalhando a sua pescaria com o barulho de seus motores, e muitos deles são tão potentes que fica até difícil de acompanhá-los.
Quer pescar um bom emprego? Então saia do barranco, é hora de você deixar o amadorismo para trás e virar um profissional de verdade. Invista em equipamentos que conduzirão você a lugares onde somente com bons conhecimentos lhe permitirão chegar.
Prepare as tralhas, escolha boas iscas e certamente pescará bons peixes, quem sabe um Dourado ou se você for um pouco mais ambicioso, poderá sair dos rios e navegar em mares mais distantes onde peixes ainda mais valiosos estarão a sua espera, só que para isso, além de toda a experiência de um bom pescador, necessitará também de um curso de idiomas, porque empresas multinacionais com operações em outros países exigem primordialmente o domínio do idioma Inglês.
Para que a sua vida profissional não vire uma piada de pescador, procure também investir em um curso superior e fazer especializações. Estudar é uma necessidade tão básica quanto alugar um barco para realizar uma boa pescaria. Não adianta insistir com as tradicionais varinhas de bambu, porque essas, só limitarão a sua pesca.
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O pescador amador utiliza um equipamento que permite fisgar poucos peixes, pois a sua pescaria normalmente é de barranco e assim mesmo não passam de alguns Lambaris, que embora espertos e famosos por roubarem as iscas, não necessita de muita perícia para fisgá-los, basta uma varinha de bambu e alguma atenção.
O pescador profissional com barcos a sua disposição consegue ir mais longe, freqüentar uma quantidade maior de rios onde a oferta e espécies de peixes são maiores, conseguindo assim maior sucesso na sua pescaria. Para esse tipo de pescaria há toda uma logística meticulosamente preparada, investimentos em iscas artificiais e equipamentos sofisticados, que facilitarão o sucesso da pesca. O retorno desse tipo de pescaria é sempre satisfatório, pois houve um planejamento prévio onde todas as etapas foram estudadas e suas ações postas em prática.
O desejo do pescador seja ele amador ou profissional é se dar bem na sua pescaria e assim poder contar vantagens aos amigos, de preferência se o peixe fisgado for um Pintado, Pacu, Curimbatá, Barbado ou um belíssimo Dourado, só para citar os mais conhecidos.
Assim como o pescador deseja fazer uma boa pescaria, nós vamos ao mercado de trabalho na esperança de arrumar um bom emprego, mas muitas vezes a nossa formação profissional é deficiente ou mesmo que tenhamos tido um bom aproveitamento no curso que fizemos, não temos elementos extras que nos permitem concorrer a uma vaga de trabalho em igualdade de condições com outros profissionais que se dedicaram mais, por conseguinte, acabamos perdendo a vaga para a concorrência. Para aqueles que desejam um bom emprego, é necessário dispor dos equipamentos certos para não ficar pelos corredores da vida amargando a desilusão do desemprego.
Sem cursos adicionais para incrementar o nosso currículo, equivale a uma pescaria de barranco num rio qualquer, onde você até possui uma boa visão do rio, mas infelizmente só verá os barcos dos pescadores profissionais passando e atrapalhando a sua pescaria com o barulho de seus motores, e muitos deles são tão potentes que fica até difícil de acompanhá-los.
Quer pescar um bom emprego? Então saia do barranco, é hora de você deixar o amadorismo para trás e virar um profissional de verdade. Invista em equipamentos que conduzirão você a lugares onde somente com bons conhecimentos lhe permitirão chegar.
Prepare as tralhas, escolha boas iscas e certamente pescará bons peixes, quem sabe um Dourado ou se você for um pouco mais ambicioso, poderá sair dos rios e navegar em mares mais distantes onde peixes ainda mais valiosos estarão a sua espera, só que para isso, além de toda a experiência de um bom pescador, necessitará também de um curso de idiomas, porque empresas multinacionais com operações em outros países exigem primordialmente o domínio do idioma Inglês.
Para que a sua vida profissional não vire uma piada de pescador, procure também investir em um curso superior e fazer especializações. Estudar é uma necessidade tão básica quanto alugar um barco para realizar uma boa pescaria. Não adianta insistir com as tradicionais varinhas de bambu, porque essas, só limitarão a sua pesca.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
Que tipo de sociedade nós buscamos?
O carnaval é um exemplo de como os brasileiros lidam com a exposição do corpo, isso inclusive confunde o turista estrangeiro que acaba criando uma fantasia sobre a nossa cultura e ao virem visitar o nosso país ficam com a impressão de que aqui tudo é permitido. Eu me recordo de uma reportagem de televisão sobre um turista europeu que trocou sua roupa em pleno saguão do aeroporto de Salvador BA e quando questionado a respeito limitou-se a dizer que o fez porque achou que podia.
Será que o Brasil está passando uma imagem de liberal para o mundo?
Nós temos que decidir qual a sociedade que buscamos, se é uma sociedade liberal, conservadora ou uma mescla de ambas. Em todos os casos existem limites – a sociedade liberal não pode ser confundida com liberalismos, por outro lado em uma sociedade conservadora o proibicionismo absoluto também não existe.
Há uma crise de identidade moral em nosso país – nós somos capazes de sonegarmos impostos ao mesmo tempo em que criticamos com veemência políticos corruptos como se uma coisa fosse muito diferente da outra.
Recentemente uma fabricante de cerveja contratou uma socialite americana muito conhecida, principalmente pela badalação, como garota-propaganda para reforçar a divulgação e imagem do seu novo produto – pois bem, bastou a campanha ser veiculada na mídia para a chiadeira começar.
É certo que há regras, aliás, muito corretas no meio publicitário que pune os excessos, mas sinceramente, ao ver o filme publicitário dessa marca de cerveja eu não encontrei nada que pudesse reforçar a sensualidade ou que de alguma forma viesse a denegrir a imagem da mulher, pelo menos não muito diferente do que nós já estamos acostumados a ver, inclusive em horário nobre da televisão. Se você ficou por fora dessa polêmica, ou sequer soube disso, clique aqui, veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.
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Será que o Brasil está passando uma imagem de liberal para o mundo?
Nós temos que decidir qual a sociedade que buscamos, se é uma sociedade liberal, conservadora ou uma mescla de ambas. Em todos os casos existem limites – a sociedade liberal não pode ser confundida com liberalismos, por outro lado em uma sociedade conservadora o proibicionismo absoluto também não existe.
Há uma crise de identidade moral em nosso país – nós somos capazes de sonegarmos impostos ao mesmo tempo em que criticamos com veemência políticos corruptos como se uma coisa fosse muito diferente da outra.
Recentemente uma fabricante de cerveja contratou uma socialite americana muito conhecida, principalmente pela badalação, como garota-propaganda para reforçar a divulgação e imagem do seu novo produto – pois bem, bastou a campanha ser veiculada na mídia para a chiadeira começar.
É certo que há regras, aliás, muito corretas no meio publicitário que pune os excessos, mas sinceramente, ao ver o filme publicitário dessa marca de cerveja eu não encontrei nada que pudesse reforçar a sensualidade ou que de alguma forma viesse a denegrir a imagem da mulher, pelo menos não muito diferente do que nós já estamos acostumados a ver, inclusive em horário nobre da televisão. Se você ficou por fora dessa polêmica, ou sequer soube disso, clique aqui, veja o vídeo e tire suas próprias conclusões.
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sábado, 29 de maio de 2010
Eyeballing
A expressão "tomar no olho" nunca fez tanto sentido quanto agora – está surgindo uma mania completamente sem noção que começa a se espalhar entre jovens de todo o mundo – trata-se da eyeballing que consiste em derramar vodka diretamente no globo ocular. Qual o barato disso? Eu não sei exatamente, a única coisa que certamente essas pessoas terão é sérios problemas nos olhos.
Se não bastassem os conhecidos efeitos nocivos do álcool no organismo, agora há outros motivos para os pais se preocuparem com a bebida. Quando alguém cita a expressão “Maria vai com as outras”, não estão falando por acaso – há pessoas que reproduzem o que os amigos fazem somente para não ficarem de fora do grupo ou para não serem tachadas de quadradas e caretas, enfim, para não destoarem dos demais.
Não tenho conhecimento se isso já está sendo praticado no Brasil – se ainda não chegou, certamente está em vias de ser copiada por aqui, pois pessoas são iguais em qualquer lugar – têm aquelas responsáveis, mas têm aquelas que não perdem a oportunidade para entrar em uma “roubada”.
Cuidado Pessoal! Essa brincadeira pode sair cara a longo prazo – não faça nada hoje que possa se arrepender amanhã. Veja o vídeo abaixo:
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